Descrição
CD Simples (Caixa acrílica+Slipcase)
Ano: 2025
País: Alemanha
Ano Formação: 1983
Procedência: Nacional
Gravadora: Valhall Music/Sound City Records/Reigning Phoenix Music
Estilo: Power Metal / Speed Metal
TRACK LIST:
1. Giants on the Run
2. Savior of the World
3. A Little Is a Little Too Much
4. We Can Be Gods
5. Into the Sun
6. This Is Tokyo
7. Universe (Gravity for Hearts)
8. Hand of God
9. Under the Moonlight
10. Majestic
BONUS TRACKS:
11. Out of Control
12. Into the Sun (Andi Solo Version)
13. Into the Sun (Michi Solo Version)
14. Into the Sun (Acoustic Version Duet)





marciojoliv –
Pois bem, Giants & Monsters mostra o Helloween inspirado, sem soar como aqueles veteranos que apenas repetem fórmulas para agradar fãs nostálgicos. É o segundo disco da fase de retorno de Michael Kiske e Kai Hansen, e podemos dizer que segue a linha do álbum anterior. Ou seja, nada muito fora da curva como o passado oitentista nos brindou.
As harmonias estão nas alturas, mas soam naturais, e o DNA do Helloween mantém-se firme e forte, alternando entre momentos velozes, climas atmosféricos e letras que falam de reencarnação, deuses, salvação e força espiritual
“Giants On The Run” abre com força, meio épica, com um clima de “Power” à la Time Of The Oath. O pique se mantém com “Savior Of The World”, certeira no melhor estilo Helloween da fase Master Of The Rings e The Time Of The Oath. Claro que nem tudo mantém o mesmo nível. “A Little Is A Little Too Much” é mais radiofônica e grudentinha, principalmente pelas melodias do teclado, numa espécie de “If I Could Fly” bem mais acelerada. Já “We Can Be Gods” cresce a cada audição, trazendo peso e melodia na medida certa. Também há momentos mais suaves e emocionais, como “Into The Sun”, uma balada belíssima que alterna Kiske e Deris sobre piano e sintetizadores, com um solo muito bonito, diga-se. “This Is Tokyo” já dá um pequeno balde de água fria. Depois de “Into The Sun”, o ideal seria vir uma porrada cheia de vigor, mas a música é meio insossa, sem muita empolgação. Após essa quase derrapada, vem a ótima “Universe (Gravity For Hearts)”, um épico de mais de oito minutos que passam voando, misturando clima, melodia, peso, solos matadores e um coro de arrepiar. Quando o Helloween acerta — e aqui acerta muitas vezes — o resultado é excelente. “Hand Of God” revive aquele duelo de guitarras que fez muita gente se apaixonar pela banda lá nos primórdios. Já “Under The Moonlight” aposta num mid-tempo previsível e super alegre, que a banda já explorou melhor (e até pior) no passado, mas confesso que me agradou bastante. Fechando o trabalho, temos a correta — mas não tão grandiosa quanto seu título – “Majestic”. Ainda assim, tem seu peso e charme, principalmente nos duelos e solos de guitarra.